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Um dos desafios em políticas públicas é promover a sustentabilidade alimentar por meio do gerenciamento ecológico dos recursos produtivos na busca pela garantia do direito à alimentação adequada.
A pesquisa buscou evidenciar motivações para as práticas alimentares, as conquistas e necessidades para a sustentabilidade de unidades de agricultura familiar com experiências em agroflorestas sucessionais. O objetivo foi compreender o porquê das escolhas por alimentos ecologicamente cultivados, como ocorre a incorporação de novos hábitos alimentares, quais os resultados alcançados na conservação da saúde humana/ambiental e que processos de organização ocorreram para a produção e comercialização de alimentos.
CONTEÚDO:
INTRODUÇÃO
1. CONTEXTO DA ALIMENTAÇÃO NO MUNDO
1.1. DIMENSÃO COMPLEXA DA ALIMENTAÇÃO
1.2. BREVE HISTÓRICO DA ALIMENTAÇÃO
1.3. PRODUÇÃO, INDUSTRIALIZAÇÃO E HOMOGENIZAÇÃO
1.4. O CONSUMO ALIMENTAR E OS IMPACTOS SÓCIO-AMBIENTAIS
2. POLÍTICAS PÚBLICAS E INTERSETORIALIDADE
2.1. CENÁRIO BRASILEIRO
2.2. JOSUÉ E SEU LEGADO
2.3. POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NO BRASIL
3. A SUSTENTABILIDADE ALIMENTAR EMERGENTE
3.1. DIREITO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA
3.2. INTERAÇÕES SOCIAIS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
3.3. SISTEMA ALIMENTAR, AUTONOMIA E AGROECOLOGIA
3.4. SISTEMAS AGROFLORESTAIS SUCESSIONAIS
4. A PESQUISA EM UNIDADES DE AGRICULTURA FAMILIAR
4.1. INVESTIGAÇÃO DOS HABITUS ALIMENTARIS
4.2. ESTRATÉGIA ADOTADA
4.3. PERGUNTAS E HIPÓTESES
5. AGRICULTURA FAMILIAR E AGROFLORESTAS SUCESSIONAIS
5.1. ASSENTAMENTO TERRA CONQUISTADA – GOIÁS
5.2. BARRA DO TURVO – SÃO PAULO
5.3. ASSENTAMENTO DIRIGIDO HUMAITÁ – ACRE
5.4. SISTEMA AGROFLORESTAL SUCESSIONAL ERNST GÖTSCH
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
ANEXOS
Possui 142 páginas em formato PDF. |